
Café da manhã parisiense
SABORES E MOMENTOS
1 / 7
A avenue de Champagne em Épernay é frequentemente citada como «a rua mais rica do mundo»: sob os seus 4 quilómetros de calçada repousam mais de 200 milhões de garrafas nas caves de Moët & Chandon, Perrier-Jouët, Pol Roger ou Mercier. As visitas guiadas de Moët & Chandon descem a 28 quilómetros de galerias escavadas no calcário desde o século XVIII e terminam com uma degustação em toda a regra. A cidade em si mantém-se à escala humana e sem afectação, com as suas brasseries e os seus vinicultores que recebem na propriedade.
Por que ir: Para compreender como o champanhe se fabrica, directamente nas grandes casas — uma experiência bem diferente de um simples copo ao balcão.
Dica: Da Gare de l'Est, comboios directos ligam Épernay em 1h13 a 1h15 (TER Grand Est, cerca de 7 directos por dia). Reserve a visita às caves online com vários dias de antecedência, sobretudo no verão e aos fins-de-semana.
Joia da Renascença, Chambord foi idealizado por Francisco I a partir de 1519 — provavelmente inspirado por Leonardo da Vinci, então convidado na corte. A arquitetura é espetacular: a famosa escadaria de dupla revolução, onde duas pessoas sobem simultaneamente sem jamais se cruzar, continua sendo um golpe de gênio. O domínio de 5.440 hectares (o maior parque cercado da Europa) convida a prolongar a visita muito além do castelo.
Por que ir: Um dos bate-voltas mais impressionantes saindo de Paris.
Dica: Reserve tempo também para o parque; o trajeto costuma ser via Blois com navette/táxi.
O Vieux Bassin d'Honfleur — as suas casas de seis ou sete andares cobertas de ardósia que se reflectem na água — é um dos cenários mais fotografados da Normandia, e com razão: foi aqui que Boudin pintou os seus céus e formou o jovem Monet. A Igreja Sainte-Catherine, construída por carpinteiros navais no século XV inteiramente em madeira de carvalho, é a maior igreja de madeira de França. À volta, as ruelas do bairro Sainte-Catherine abrigam galerias, ateliers e restaurantes de peixe. A cidade manteve-se à escala humana apesar do seu sucesso.
Por que ir: Pelo quadro normando intacto do Vieux Bassin, a igreja em madeira única em França e o legado impressionista que se lê em cada esquina.
Dica: Da Gare Saint-Lazare (a 7 minutos do hotel), tome um comboio directo para Trouville-Deauville (~2h10) e depois o autocarro Bus Verts linha 20 até Honfleur (~25 minutos, partidas a cada 2 horas). Preveja 2h45 de trajecto no total. Consulte os horários do autocarro em busverts.fr antes de partir.
Deauville foi inventada de raiz nos anos 1860 pelo duque de Morny, meio-irmão de Napoleão III, para fazer da Mancha um mar do Sul. As Planches — a promenade de madeira de 643 metros ao longo da praia, com as suas cabines com os nomes das estrelas do festival de cinema — são a imagem exacta do que esta estação sempre foi: uma cenografia cuidada do lazer burguês. O casino Belle-Époque, os dois hipódromos, os hotéis de enxaimel normando e a rue Eugène Colas (boutiques de criadores) compõem um cenário coerente. O mar e a praia de areia fina são, eles sim, sem pretensão.
Por que ir: Pela praia normanda, a atmosfera singular de uma estação balnear fora do tempo e o festival de cinema americano se estiver lá em setembro.
Dica: A Gare Saint-Lazare fica a 7 minutos a pé do hotel — e comboios directos para Trouville-Deauville partem regularmente, com um trajecto de 2h10 a 2h15 (Intercités Normandie). Preveja um dia completo.
Filter recommendations, save favorites, and explore the neighborhood on a map.

As melhores opções para comer, beber, tomar chá e sair à noite perto do Hôtel R de Paris (Paris 9).

Itinerários a pé, de bicicleta e de corrida a partir do Hôtel R de Paris: passeios de bairro, percursos desportivos e circuitos pela cidade.

Escape rooms, VR, workshops, desporto, spas e cinemas: as nossas atividades preferidas perto do Hôtel R de Paris.

Teatros, cabarés, concertos e stand-up: as nossas melhores noites em Paris perto do Hôtel R de Paris.