
Café da manhã parisiense
SABORES E MOMENTOS
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Ordenados por distância do hotel. 113 lugares no total.
Desde 2010, GustoMassimo traz seus produtos diretamente da Itália: mozzarella di bufala, stracciatella, burrata, ricota fresca, presunto de Parma e Parmigiano Reggiano maturado 30 meses. Come-se verdadeiras pizzas napolitanas e pratos para compartilhar em torno desses laticínios excepcionais, acompanhados de uma bela seleção de vinhos italianos em taça ou garrafa. O ambiente é caloroso, autêntico, e é um dos raros italianos do 9e onde os produtos falam por si.
Por que ir: Perfeito para um almoço prático ou um jantar descontraído, com carta italiana "valor seguro".
Dica: Se estiver com pressa, peça os pratos mais rápidos (massa do dia / sugestões).
Restaurante chinês: noodles, arroz salteado e especialidades da casa, num formato “casual” e guloso.
Porquê ir: Ideal para uma refeição eficiente (sozinho ou acompanhado), com pratos fáceis de partilhar.
A saber: Se estiver com pressa, escolha noodles/arroz salteado; para uma refeição mais completa, pergunte pelas especialidades do dia.
O chef Romain Lamon (ex-Polissons) assina aqui uma bistronomia precisa e generosa em um espaço bruto em preto e branco com cozinha aberta. No almoço, o menu marché a 22 euros é imbatível -- frango de Bresse, purê cremoso, sabayon leve. À noite, a carta se amplia com entradas inventivas (tataki de pato, ravióli de mexilhões) e pratos como a asa de raia grenobloise com gnocchis dourados ou o pombo cozido na argila.
Por que ir: Bom se você procura uma mesa elaborada no bairro, sem clima formal demais.
Dica: Reserva aconselhada à noite, especialmente no fim de semana.
Cave e restaurante ao mesmo tempo, Chonbou é o endereço do chef Arthur Burgevin na Rue Jules Lefebvre, no 9e. A carta curta -- 4 entradas, 4 pratos, 4 sobremesas -- muda conforme as estações com influências múltiplas e verdadeira maestria técnica. A cave é impressionante: quase 300 referências em bio, biodinâmico e natural, selecionadas com cuidado. O décor sóbrio e moderno convida a um jantar tranquilo, com uma taça de vinho natural na mão.
Por que ir: Bom se você quer uma mesa "bistronomica" sem lado formal demais.
Dica: A carta muda com frequência: pergunte o que é mais "assinatura" do momento.
Spot de brunch/restaurante com ambiente animado, carta doce-salgada e vibe de “saída”.
Porquê ir: Ideal para fazer brunch ao fim de semana e prolongar com um almoço tardio ou um copo.
A saber: Ao fim de semana costuma estar cheio: venha cedo ou reserve para evitar espera.
O chef Amar Chalal se formou com Yannick Alléno (Ledoyen, Terroir Parisien) antes de abrir esta mesa na Rue de Clichy em 2018. Sua cozinha bistronomica é precisa e inventiva -- beterrabas em crosta de sal, raviólis de lagostim, bacalhau ao curry vermelho, paleta de cordeiro braseada com polenta à sálvia -- e as sobremesas (mil-folhas baunilha-framboesa, Vacherin caramelo manteiga salgada) são notáveis. O menu almoço a 27 euros é um verdadeiro achado. A sala com suas paredes envidraçadas e muros de pedra tem personalidade.
Por que ir: Perfeito se você gosta de endereços "no clima", com bons produtos e energia de sala.
Dica: Pode ser animado/barulhento: ideal para o clima, menos se você procura muito silêncio.
O LOYAL é uma cantina local na 70 bis rue d'Amsterdam, com café de especialidade torrado pela L'Arbre à Café e cozinha de mercado preparada diariamente com produtos frescos de circuito curto. De manhã, vem-se pelo café e doces caseiros; ao meio-dia, escolhe-se entre um prato de peixe, carne ou vegetariano, sempre equilibrado. A decoração mistura cabine de madeira e diner moderno com cadeiras de materiais reciclados — é bonito e eco-responsável sem exagerar.
Por que ir: Bom para combinar café e um almoço leve, sobretudo entre compromissos.
Bom saber: Ao meio-dia enche mais: um horário ligeiramente fora de pico é mais confortável.
A cinco minutos do hotel, na rue de Moscou, o Nirvana Inde é a mesa indiana de confiança do bairro da Europa — uma sala pequena e elegante com uma cozinha do norte da Índia trabalhada com refinamento. Caril aromáticos, cordeiro korma, frango tikka saído do tandoor, naans macios e thalis completos: as especiarias são dosadas com precisão, nunca excessivas, e o acolhimento é de uma simpatia constante. É o género de endereço de bairro que se guarda para si.
Por que ir: Por uma cozinha indiana verdadeiramente cuidada a dois passos do hotel, ideal para uma noite em que não se quer andar por Paris.
Dica: Sala pequena: reserve ao jantar. Vários pratos vegetarianos na carta.
Escondido no primeiro andar de um hôtel particulier na rue Blanche, o BB Blanche é um speakeasy com decoração modernista assinada por Toro & Liautard — sofás caramelo em forma de serpente, tetos espelhados e banquetas em veludo oliva. Os coquetéis autorais são criação de Adèle Depetris (ex-Carmen), e cada drink joga com combinações finas e inesperadas. O que é ótimo é que você se sente realmente desconectado do mundo uma vez instalado, como num clube privado com atmosfera cinematográfica.
Por que ir: Experiência de drinks trendy em Paris.
Dica: Pode ter fila; melhor cedo ou no meio da semana.
Mesa fusão franco-coreana do chef Sukwon Yong, ex-Maison Rostang, no 9e. A cozinha é precisa e vibrante -- mandu ao gochujang, cavala flambada, tarama gelado ao yuzu kosho -- com menus degustação em 4, 6 ou 8 tempos que misturam gastronomia francesa e sabores coreanos. O ambiente é intimista, o serviço de Barnabé Lahaye impecável. Seleção Michelin.
Por que ir: Muito bom se você gosta de pratos elaborados e combinações de sabores.
Dica: Se tiver preferências/alergias, avise na reserva: facilita o preparo.
O Dit Vin é um bar de vinhos intimista na 68 rue Blanche, a cinco minutos do hotel. A seleção é acessível e repleta de vinhos originais garimpados junto a pequenos produtores — naturais, orgânicos, biodinâmicos ou convencionais, tem para todos os gostos. Na cozinha, é simples e clássico francês com produtos frescos da estação. O que é ótimo é que você pode tanto vir para uma taça no balcão quanto se instalar para um verdadeiro jantar bistrô. O dono é do tipo que guia você com paixão pela carta.
Por que ir: Perfeito para uma taça de vinho (ou uma garrafa para dividir) com alguns pratos, sem sair do bairro.
Bom saber: No after-work e fim de semana, enche rápido: chegue cedo para um lugar confortável.
Restaurante gastronómico: cozinha cuidada, serviço atencioso e uma verdadeira experiência à mesa — ideal para uma boa noite.
Porquê ir: Perfeito para um jantar a dois, uma ocasião especial ou uma refeição de negócios, se procura algo mais premium do que um restaurante “normal”.
A saber: Reserva fortemente recomendada. Indique com antecedência alergias, intolerâncias ou preferências alimentares para melhor adaptar o menu.
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