
Café da manhã parisiense
SABORES E MOMENTOS
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O Barbiche é o endereço festivo da rue Pierre Fontaine em Pigalle, com uma identidade "noite entre amigos". Aqui você vem pelos coquetéis da casa — prove o Barbiche signature com vodca, pepino, maçã e xarope de framboesa — e pelas tábuas de embutidos e queijos de pequenos produtores. A equipe é conhecida pelo acolhimento caloroso, e o clima sobe naturalmente ao longo da noite com uma programação musical bem escolhida.
Por que ir: Ótimo para um drink antes de seguir a noite no bairro.
Dica: Vá mais cedo para conseguir lugar.
O No Entry é o speakeasy escondido sob o Pink Mamma, rue de Douai — um bar secreto acessível por uma porta discreta junto às geladeiras, em um cenário entre herboristeria excêntrica e boudoir em veludo. A carta aposta forte na temática italiana com coquetéis infusionados com ingredientes de 15 regiões da Itália: experimente o Tropical Loveland com batata-doce infusionada em rum, ou o Boulevardier com vermute café. Mais de 3.000 litros de álcool maceram em grandes garrafões floridos atrás do bar — o espetáculo faz parte da experiência.
Por que ir: Coquetéis bem feitos e atmosfera intimista de "bar escondido".
Dica: Lugares limitados: no começo da noite é mais fácil.
O Carmen é um bar-club instalado no antigo hôtel particulier de Georges Bizet, classificado como monumento histórico, na rue Duperré no 9e. A decoração é rococó assumido: tetos altos, molduras, colunas, espelhos gigantes, veludo vermelho e chaise-longue Império. O legal é saborear um dos quarenta gins infusionados da casa — grapefruit, hibisco, até mostarda — antes de descer para dançar quando o clima esquenta no fim da noite.
Por que ir: Nightlife parisiense com cenário super especial.
Dica: Pode haver dress code e política de entrada por evento.
Pizzaria italiana super em alta, com ambiente animado e decoração espetacular (ideal para uma noite “com vida”).
Porquê ir: Perfeita para um jantar descontraído com amigos ou a dois, com bons clássicos italianos (pizzas, antipasti, sobremesas).
A saber: Muito concorrida: reserva altamente recomendada, especialmente à noite e ao fim de semana.
O Carrousel ocupa um antigo cabaré de 1926 que viu passar Joséphine Baker, Édith Piaf e Dalida — e isso se sente na energia do lugar. Hoje é um bar de coquetéis festivo com dois balcões, decoração industrial com paredes descascadas e um sistema de chopp self-service. Peça Le Kriletche, a especialidade da casa com sidra, limão e Schweppes Ginger Beer (11 euros). O clima fica entre bar de coquetéis e clube, com programação musical eclética e um telão para os jogos.
Por que ir: Ideal para sair em um bairro animado.
Dica: Fins de semana ficam cheios; melhor chegar cedo.
A PNY — de Paris New York — deu-se uma missão: devolver o brilho à imagem do hambúrguer. Aqui, a carne vem de produtores selecionados, os pães são feitos em casa todas as manhãs (receita aperfeiçoada ao longo de mais de cinquenta tentativas) e o cheddar é maturado durante vários meses por um pequeno produtor de Somerset. O Vintage cheeseburger e o Return of the Cowboy (cheddar maturado nove meses, cebola caramelizada, bacon fumado, onion rings, molho barbecue caseiro) são os clássicos da casa. Em Pigalle, a decoração conta a história do rap através de milhares de vinis, e o espaço transforma-se em bar até às 2h, de quinta a sábado.
Por que ir: Para um dos melhores hambúrgueres de Paris, a oito minutos do hotel, num ambiente que à noite se transforma em bar.
Dica: Sem reserva, há fila nas horas de ponta — venha em horário alternativo. Conte entre 12 e 20 € pelo menu.
A brasserie do chef três estrelas Eric Frechon, instalada na Gare Saint-Lazare -- uma primeira na Europa para um grande chef. Encontram-se aqui clássicos franceses de brasserie generosos e elaborados: oeuf mayo, quenelles, peixes, codorna em cocotte, brioche tipo rabanada e o croque-monsieur à trufa. A sobremesa assinatura, o Paris-Deauville, foi criada especialmente para o local. Aberto 7 dias das 7h30 à meia-noite, 110 lugares em torno de um bar central, com terraço.
Por que ir: Prático se você está na região Saint-Lazare (antes/depois de um trem) e quer uma brasserie caprichada.
Dica: Muito prático mas movimentado: reserve se possível, especialmente à noite.
O Stéréo, na 43 rue Notre-Dame-de-Lorette, é um bar de vinho natural onde se ouvem vinis por trás do balcão — daí o nome. A decoração mistura pedra bruta, concreto e néons, com caixas de som Triangle e mais de 50 referências de vinhos sem aditivos químicos. A equipe produz até seus próprios rótulos. É o tipo de lugar vivo e autêntico onde a música e o vinho dialogam, ideal para uma taça no fim do dia com uma energia bem "de bairro".
Por que ir: Perfeito para uma taça e alguns petiscos, a dois ou entre amigos.
Bom saber: Lugar pequeno: melhor chegar cedo para garantir assento.
Herdeira da lendária Locomotive, a Machine du Moulin Rouge é o templo das músicas atuais em Pigalle desde 2010. O conceito: três espaços — Le Central (1.000 pessoas), La Chaufferie no subsolo (400 dançarinos) e um rooftop confidencial — com programação afiada que vai do rock ao electro, passando pelo hip-hop e soul. Experimente uma noite de clubbing na Chaufferie: a energia é crua e o público vem realmente pela música, não para aparecer.
Por que ir: Boa pedida para curtir a nightlife perto de Montmartre.
Dica: Confira line-up e horário de portas; cada noite é diferente.
Bar de mandu (raviólis coreanos) no balcão, no 8e, criado pelo chef coreano Kwang-Loc Kim. Seis variedades de raviólis -- vegetariano, frango, kimchi, boi, camarão, porco -- com massa fina de farinha de trigo e arroz, sempre acompanhados de tofu e servidos com molho de soja e óleo de gergelim torrado. Completa-se com um tartare de boi ou de dourada. É simples, fresco e dominado -- uma vintena de lugares no balcão, nada mais.
Por que ir: Bom se você quer cozinha coreana simples, rápida e convivial.
Dica: Reserva recomendada, especialmente no fim de semana.
Spot de brunch + bar: lugar original com esplanada/terraço, espumante/cocktails e petiscos, com vibe arty.
Porquê ir: Perfeito para um brunch diferente e depois um aperitivo num “segredo” bem parisiense.
A saber: Muito concorrido: ao fim de semana chegue cedo; com bom tempo, o terraço é ótimo.
Bistrô no Paris 17 com ambiente acolhedor (e jardim de inverno): a chef Bénédicte Guillon revisita clássicos franceses (sole meunière, vol-au-vent etc.).
Por que ir: Excelente bistrô parisiense para almoço ou jantar com calma.
Dica: Reserve, especialmente à noite e no fim de semana.
Neobistrô elegante na Place Gustave-Toudouze, com décor chic anos 70 -- veludo alaranjado, concreto encerado e velas à noite. O chef Noah Howell revisita a cozinha burguesa francesa com generosidade: tatin de chalotas, costelas de cordeiro do País Basco, tartare de boi. No almoço, o menu a 29 euros é impecável -- não perca a salsicha de Toulouse com purê e a sobremesa do chef com clementinas e pistache.
Por que ir: Para uma experiência mais refinada, com pratos técnicos e bom ritmo de serviço.
Dica: Se tiver restrição alimentar, avise com antecedência: facilita a adaptação do menu.
Uma cantininha japonesa de 10 lugares em Batignolles -- o tipo de endereço que se passa em voz baixa. O peixe é de frescor notável, os chirashi e sashimi são preparados com um cuidado raro para esse nível de preço (jantar completo com entrada, sopa, chirashi e sobremesa a 24 euros). Não perca o crème brûlée de gergelim preto, que virou cult. É autêntico, sem firulas, e tem gosto de Japão.
Por que ir: Bom se você gosta de japonês "como no Japão", eficiente e focado no produto.
Dica: Como a sala é pequena, evite os horários de pico ou reserve se possível.
Uma verdadeira viagem perto da Place de Clichy: sentamos em almofadas cercados por tapetes afegãos e descobrimos uma cozinha perfumada e generosa -- o kaboli (cordeiro com arroz integral e frutas secas), os ashak (raviólis de alho-poró cobertos de iogurte) e os espetinhos kabob temperados. Tudo coroado por um sorvete de cardamomo que é unanimidade. O serviço é caloroso, familiar, e ajudam com prazer se for sua primeira vez.
Por que ir: Ideal se você quer mudar da cozinha francesa, com um endereço exótico e acolhedor.
Dica: Se não conhece, peça sugestões: vão orientar você facilmente conforme seu gosto (apimentado ou não).
Cuvée Noire é um coffee shop de especialidade a dois passos da Gare Saint-Lazare, fundado em 2023 e já referência com sete endereços em Paris. Servem cafés de especialidade vindos de Honduras, Brasil e México, com criações como o Rose Miel Latte ou o Pistachio Latte. Peça um tiramisu latte se você gosta de bebidas gourmets — é a assinatura da casa. O formato é pensado para uma pausa rápida entre compromissos, mas também dá para ficar mais tempo com uma sobremesa caseira.
Por que ir: Ideal para um café de qualidade, um snack ou um momento "work-friendly" durante o dia.
Bom saber: De manhã pode ser mais corrido: peça para levar se estiver com pressa.
Restaurante vegano: cozinha 100% vegetal, com pratos bem saborosos e opções mais leves conforme a vontade.
Porquê ir: Ideal se procura uma opção sem produtos de origem animal, sem comprometer o sabor (almoço ou jantar).
A saber: Pergunte por opções sem glúten / sem alergénios se precisar e indique intolerâncias ao fazer o pedido.
Fundado em 2019 por Charles Ganem e Samuel Nataf, Dumbo importou o smash burger americano para Pigalle e ganhou o prêmio de Melhor Burger pelo Le Fooding já em 2020. O conceito é simples e arrasador: um bife esmagado na chapa quente para bordas crocantes e um centro suculento, pão macio, ketchup, mostarda, pickles caseiros e queijo americano. As fritas de dupla cocção e o molho da casa completam o quadro. Quatro endereços em Paris, mas o original continua aqui.
Por que ir: Perfeito para uma refeição rápida e gulosa, entre dois programas ou voltando tarde.
Dica: Nos horários de pico pode ter fila: chegue um pouco antes do 12h/19h se possível.
Les Justes é um bar de coquetéis engajado na 1 rue Frochot, com decoração cuidada — parede azul profundo, papel de parede vegetal, toques de cobre e ouro. Os coquetéis são inventivos e jogam com combinações surpreendentes: framboesa-pimenta, vinagre balsâmico, sucos espremidos na hora. Para cada coquetel premium pedido, 1 euro é doado a uma associação (auxílio a moradores de rua, cães-guia, proteção animal). Conte de 8 a 13 euros por coquetel, e os mocktails com sucos frescos também são muito bem feitos.
Por que ir: Ótimo para começar a noite em Pigalle ou encerrar com um bom coquetel.
Dica: Espaço pequeno: chegue cedo para garantir mesa.
O Rouge é um clube confidencial no coração de Pigalle com uma estética teatral inspirada nos cabarés parisienses: veludo vermelho profundo, bar em zinco retrô, acabamentos dourados e pista de dança central. O conceito: um mix de deep house, techno e hip-hop conforme a noite, em uma decoração anos loucos que atrai uma clientela estilosa e artística. O legal é a atmosfera "noite parisiense" à moda antiga, a dois passos do hotel, com uma pista que realmente enche após a meia-noite.
Por que ir: Para viver a noite parisiense em uma área icônica.
Dica: Traje adequado recomendado; chegar um pouco mais cedo evita fila.
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