
Café da manhã parisiense
SABORES E MOMENTOS
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Um bistrô íntimo de 12 lugares na Rue de Navarin, comandado pela dupla Jacinthe e Matthieu Sales (ex-Les Arlots, La Cuisinière Lyonnaise). O chef trabalha sozinho na cozinha aberta, com carta curta e renovada -- panisses temperadas com maionese chipotle, polvo grelhado com houmous e speck, kefta de vitela com ervas. Os vinhos são todos bio ou naturais, em taça a partir de 8 euros, e o clima é de verdadeiro point de bairro. Nota 4.9/5 no Google.
Por que ir: Excelente escolha para um jantar de bairro, simples e eficiente, em uma zona agradável para caminhar.
Dica: Reserva recomendada no fim de semana; venha em horário alternativo se procura mais calma.
Gregory Marchand -- o chef por trás do império Frenchie -- instalou esta mesa no térreo do Grand Pigalle Experimental. O espírito é "cantina animada": compartilham-se pratos entre comfort food regional e clássicos franceses revisitados, como os icônicos bacon scones, os nuggets de ris de veau com caviar ou a ricota defumada com damasco assado. A carta de vinhos naturais e laranjas é bem pensada, e o plateau de queijos vale muito a pena.
Por que ir: Excelente escolha se você quer um jantar caprichado em ambiente descontraído.
Dica: Reserva recomendada, especialmente à noite.
As Caves Lechapelais são 240 m² de abóbadas em pedra bruta a poucos passos da Place de Clichy, com duas salas no subsolo e pé-direito de 5 metros. O conceito é o underground no sentido literal: cada vez mais coletivos de techno se instalam aqui e o lugar se presta perfeitamente ao gênero, bruto e autêntico. Experimente uma noite techno organizada por um coletivo local — o clima sobe realmente tarde e o cenário das caves abobadadas torna a experiência única.
Por que ir: Para viver nightlife mais autêntica em Paris.
Dica: Confira a programação (DJ/coletivo) e planeje chegar após a meia-noite.
Fundado em 2011 por dois argentinos, Enrique Zanoni e Gaston Stivelmaher, o Clasico Argentino é o especialista em empanadas em Paris — doze receitas na carta, da tradicional carne picada (Cordobesa) à versão caprese, cozidas no forno e não fritas, como deve ser. Termina-se com um cubanito, aquele pequeno charuto de waffle recheado com doce de leite. A dois passos da place Saint-Georges, o espaço presta-se tanto a um almoço rápido como para levar. O menu de almoço, por cerca de 13 €, continua imbatível em qualidade.
Por que ir: Para provar verdadeiras empanadas argentinas a bom preço, a doze minutos do hotel — perfeito para um almoço rápido ou para levar.
Dica: Para comer no local ou para levar. O menu de almoço (empanadas + salada + sobremesa) é a melhor relação qualidade-preço.
Mesa estrelada Michelin e confidencial -- apenas seis mesas -- perto de Saint-Augustin. O chef Arthur Dubois, que trabalhou com Pierre Gagnaire durante seis anos, assina uma cozinha moderna e precisa, com jogos de variações em torno de um mesmo produto: lagostins "três sabores" em molho de leitelho, salmonete com algas frescas e caldo de rocha ao foie gras. Uma verdadeira experiência gastronômica, intimista e sem nota falsa.
Por que ir: Perfeito para um jantar "ocasião especial" se você gosta de formatos confidenciais.
Dica: Reserva recomendada: o restaurante é muito pequeno.
O Dirty Dick, são treze anos de cultura tiki na rue Frochot em Pigalle — e provavelmente o melhor bar tiki de Paris. A decoração é envolvente: mobília de vime, totens polinésios, vahinés pintadas na parede, parece uma atração da Disney em versão coquetéis. Peça o Zombie (o grande clássico) ou sua versão leve, o "Petit Joueur Zombie" a 12 euros, para experimentar sem exagerar. O barman Sébastien assina criações como o Dill Dooooh com endro e anis, surpreendente e viciante. O clima esquenta rápido à noite — é o tipo de lugar onde você fica mais do que pretendia.
Por que ir: Ótimo para uma noite animada com coquetéis diferentes.
Dica: Enche rápido: chegue cedo para sentar.
O P'tits Potes é o bar de vinhos entre amigos por excelência — dois endereços, sendo um na rue de Trévise no 9e. Aqui se compartilham vinhos de pequenos produtores franceses com tábuas generosas de embutidos e queijos em circuito curto. Os garçons são do tipo que aconselham com entusiasmo e fazem você descobrir um rótulo que não escolheria sozinho. O clima é tão acolhedor que é fácil ficar mais do que o planejado — nota 9.1/10 no TheFork, e é merecido.
Por que ir: Noite simples em Paris para beber bem sem formalidade.
Dica: Chegue cedo para garantir lugar.
O Balcon é o bistrô empoleirado no terraço das Galeries Lafayette Haussmann (antigo Créatures): uma vista desafogada sobre os telhados de Paris, com a Ópera em primeiro plano e a Torre Eiffel ao fundo.
Porquê ir: um almoço ou um copo com uma das mais belas vistas gratuitas de Paris, em pleno bairro dos grandes armazéns.
Bom saber: acesso pelos elevadores da loja; horários conforme os das Galeries Lafayette — confirmar antes de ir.
Deli estilo Nova York aberto em 2025 no 9e, por Léa e Sacha, que revisitam a street food ashkenaze com verdadeiro savoir-faire. Os bagels são amassados toda manhã e recheados com cream cheese, corned beef ou lox, os latkes são crocantes na medida e servidos em porções generosas. Não perca o cheesecake da Vovó Rachel de sobremesa e o Paris-Montréal, um bagel doce com xarope de bordo e flor de sal.
Por que ir: Perfeito para um almoço rápido e reconfortante, no local ou para levar.
Dica: Nos horários de pico pode ter um pouco de espera: chegar cedo facilita.
Um libanês caloroso e muito bem avaliado (9.2/10 no TheFork) na Rue de l'Isly, entre Saint-Lazare e a Madeleine. Todos os mezzes são feitos à mão -- houmous, falafels, tabule, folhas de parreira -- e os shawarmas (boi ou frango) são generosos. O terraço é agradável nos dias bonitos, o serviço é descrito como atencioso e profissional, e há boas opções vegetarianas. O clima é íntimo, quase romântico à noite.
Por que ir: Muito bom a dois ou em grupo: peça vários mezzes e prove de tudo.
Dica: À noite, reserva aconselhada; pergunte também as opções vegetarianas se precisar.
O Bouillon é uma instituição parisiense revisitada: 300 lugares em um cenário de brasserie XXL no pé do Boulevard de Clichy, a dois passos do Moulin Rouge. Aqui se come clássicos franceses generosos -- oeuf mayo a 2,50 euros, boeuf bourguignon, confit de canard, escargots -- com contas que raramente passam de 25 euros por pessoa, vinho incluso. É simples, farto, e tem o sabor da verdadeira cozinha de brasserie.
Por que ir: Ideal se você quer uma experiência parisiense simples e eficiente, sem reservar um restaurante gastronômico.
Dica: Muito procurado: chegue cedo ou em horário alternativo para evitar espera, especialmente no fim de semana.
Instituição libanesa: mezze, grelhados e sobremesas do Levante, num ambiente confortável (prático durante uma sessão de compras).
Porquê ir: Perfeito para uma pausa de almoço/jantar fiável, com muita escolha e serviço eficiente.
A saber: Nas horas de refeição pode encher: prefira reservar ou ir num horário mais calmo.
Rooftop de 500 m2 no último andar do Printemps Haussmann, com terraço verde de plantas exóticas e vista deslumbrante dos telhados de Paris. A cozinha é de inspiração provençal -- pissaladière, salade niçoise, camarões grelhados, costelas de cordeiro -- e os coquetéis assinatura como o French Riviera com rosé e grapefruit fresco transportam para a Côte d'Azur. DJ e pianista em algumas noites para prolongar o clima.
Por que ir: Perfeito para um almoço "rooftop" ou um drink ao pôr do sol, depois de compras ou passeio.
Dica: Muito procurado com tempo bom: reserva recomendada, especialmente no fim de semana.
Bistrô bistronomico da Rue Victor Massé, com décor vintage chic anos 40 e cozinha de mercado inventiva a preços acessíveis. O menu a 34 euros (entrada-prato-sobremesa) é uma relação qualidade-preço rara no bairro -- come-se frango pochê ao molho suprême com raviólis de estragão, e o suflê de Grand Marnier de sobremesa vale por si só a visita. O clima é de verdadeiro bistrô parisiense, sem ostentação.
Por que ir: Muito bom para um jantar "bistrô" autêntico se você quer evitar endereços turísticos demais.
Dica: Reserva recomendada; a sala costuma lotar no fim de semana.
Sushiya estrelado Michelin em Montmartre, com apenas 9 lugares no balcão de madeira hinoki. Os chefs Chizuko Kimura e Takeshi Morooka (30 anos de profissão) praticam a arte do edomae -- nigiri de precisão notável, peixe de primeira qualidade, temperos sutis. A experiência omakase em dois formatos é escolhida na reserva, e cada bocado é um pequeno momento de graça. A estrela, reconquistada em 2025, é amplamente merecida.
Por que ir: Bom se você procura um japonês refinado, calmo, focado na qualidade do sushi.
Dica: Reserva recomendada; avise alergias/preferências com antecedência.
A dez minutos do hotel, na rue Saint-Lazare, o Domenico's transporta-nos até à Sicília — a casa tem o nome do pai de Antoine Aiello, o fundador, natural da ilha. Aqui saboreiam-se massas frescas caseiras, arancini dourados, uma caponata como as de lá, massa com pistácio de Bronte e cannoli estaladiços recheados na hora. A sala segue os códigos da trattoria contemporânea — pedra branca, plantas, lâmpadas nuas — e o terraço é muito agradável assim que chegam os dias de sol. É simples, generoso e sinceramente siciliano.
Por que ir: Para uma cozinha siciliana autêntica e sem pretensiosismo, a dois passos do hotel, ao almoço e ao jantar.
Dica: Reserva aconselhada à noite e ao fim de semana. Conte cerca de 38 € por pessoa, bebidas não incluídas.
Pizzaria em estilo napolitano, conhecida pela massa leve e bem aerada e pelos toppings generosos, num ambiente simples e direto.
Porquê ir: Boa escolha se quer uma pizza napolitana autêntica, sem complicações, ao almoço ou ao jantar.
A saber: Nas horas de pico pode haver espera: vá um pouco mais cedo ou reserve, se possível.
O balcão iodado mais cool de Pigalle, bem ao lado do Hôtel Rochechouart. Atrás da fachada em aço bruto assinada por Marion Mailaender, degustam-se belas ostras francesas, amêijoas, bélon, acompanhadas de limão fresco, vinagrete caseiro ou maionese revisitada. A carta muda conforme os fornecimentos e as estações, e a seleção de vinhos é apurada. Aberto de terça a sábado à noite apenas -- é pequeno, é bom, é fresco.
Por que ir: Se você gosta de frutos do mar, para uma refeição "marinha" sem precisar ir até o litoral.
Dica: Reserva aconselhada à noite; pergunte a seleção do dia.
Creperia moderna: galettes de trigo sarraceno generosas, receitas criativas e ambiente dinâmico.
Porquê ir: Ótima opção para um almoço ou jantar simples mas “com estilo”, a dois ou com amigos, com boas opções vegetarianas.
A saber: Carta mais focada em galettes/crepes + sidra; ideal se quer uma refeição completa sem pensar muito.
No 7o andar do Terrass'' Hôtel, no alto da colina de Montmartre, este rooftop oferece uma das mais belas vistas de Paris — da Torre Eiffel aos telhados da capital. Amplo terraço com guarda-sóis e balanços, decoração retrô-moderna e ambiente descontraído: vem-se para uma bebida com umas tábuas para petiscar, ou para o brunch de domingo do restaurante Edmond, diante do panorama. Um dos raros rooftops altos o suficiente para dominar a cidade.
Por que ir: Pela vista da Torre Eiffel e o ambiente boêmio de Montmartre, durante um aperitivo ou um brunch.
Dica: Muito procurado nos dias de sol — chegue cedo, ou reserve no restaurante para uma mesa com vista.
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