
Café da manhã parisiense
SABORES E MOMENTOS
1 / 7
As Galeries Lafayette Gourmet são um templo da gastronomia francesa em três andares e 4.500 m², logo atrás da Ópera Garnier. Prove os stands do mercado — queijeiros, açougueiros, peixeiros, padeiros — ou monte um prato com os produtos da mercearia fina e da cave de vinhos com mais de 2.500 referências. O que é único aqui é poder passar de um stand de degustação de chocolate a um balcão de frutos do mar, depois sair com uma garrafa e um kit gourmet de presente, tudo sob o mesmo teto.
Por que ir: Perfeito para lembranças gourmet de Paris ou montar um aperitivo (queijo, embutidos, sobremesas).
Dica: Na hora do almoço pode estar cheio: um horário ligeiramente fora de pico é mais confortável.
Instalado em um edifício tombado de 1865 -- uma antiga sede bancária -- o Apple Store Opéra une tecnologia e patrimônio haussmanniano em 1.267 m2. Portas envidraçadas monumentais, balaustradas em ferro forjado, pisos em mosaico, lustres e molduras de época: compra-se um iPhone sob tetos de banco do Segundo Império. O Genius Bar fica na mezzanine, e a antiga sala de cofres abriga os acessórios -- um detalhe que resume bem o espírito do lugar.
Por que ir: Útil se você tem problema de carregamento, tela para proteger, ou precisa de um acessório rapidamente.
Dica: Para reparos, agendar no Genius Bar pode economizar muito tempo.
Fundada em 1987 por Jean Touitou, a A.P.C. — Atelier de Production et de Création — encarna o chique parisiense sem ostentação. A boutique da 64 rue Condorcet no 9e traz a assinatura da marca: denim cru que ganha pátina com o tempo, casacos depurados, bolsas minimalistas. Cada peça aposta na qualidade do tecido e no corte em vez do logo — é a marca favorita de quem quer se vestir bem sem gritar.
Por que ir: Ideal se gosta de básicos bem cortados e do jeans "assinatura" A.P.C., fácil de usar no dia a dia.
Dica: Para o denim, peça orientação sobre corte e tamanho: o resultado muda muito conforme o modelo.
Henri Le Roux é o inventor do caramelo com manteiga salgada — o famoso CBS® — criado em Quiberon em 1977, uma invenção que transformou a confeitaria francesa. A sua loja parisiense no 24 rue des Martyrs propõe toda a coleção: caramelos moles, tabletes de chocolate grand cru, bombons envolvidos e ganaches. A fabrico mantém-se artesanal, com grãos de cacau selecionados (Peru, Madagáscar, Equador) e manteiga bretã. O que torna este lugar único é esta aliança entre a tradição bretã do caramelo salgado e o rigor do chocolate de cobertura de alto nível. A loja é pequena e concentrada — vem-se sabendo precisamente o que se procura.
Por que ir: Para levar um presente de qualidade ou oferecer-se os caramelos CBS® originais — uma referência para os amantes de chocolate e confeitaria artesanal.
Dica: Fechado à segunda-feira. A loja abre em dois horários (11h–14h e 15h–19h) de terça a domingo. As caixas de oferta estão disponíveis na loja sem reserva.
Gelataria muito popular: gelados generosos e sabores bem gulosos, muitas vezes com inspiração “oriental” conforme a época.
Porquê ir: Perfeita para uma pausa doce rápida depois de um passeio, em família ou com amigos.
A saber: Em horários de maior afluência, prefira horas mais calmas; peça os sabores “signature” da casa para acertar em cheio.
O Marché couvert des Batignolles, na 96 bis rue Lemercier, é o coração gourmet do bairro com seus stands de produtos frescos e traiteurs do mundo inteiro — libanês, marroquino, africano, italiano. A especialidade aqui é o açougue Viande à Part dos irmãos Le Bourdonnec, cujo pai foi eleito melhor açougueiro de Paris e fornecia as grandes mesas parisienses. O que é único é a mistura entre mercado de bairro autêntico e stands gourmets prontos para comer: dá para fazer compras e beliscar no local em clima convivial.
Por que ir: Perfeito para fazer algumas compras ou uma pausa gulosa rápida.
Bom saber: Algumas bancas fecham no início da tarde: prefira ir de manhã.
Situada no Passage Jouffroy — uma das mais belas galerias cobertas de Paris, com sua claraboia datando do século XIX —, esta boutique oferece souvenirs fabricados na França, bem longe do kitsch habitual. Desfrute o prazer de garimpar entre cadernos ilustrados, pôsteres retrô, pequenos objetos em porcelana e acessórios bem "parisienses" a preços acessíveis. O que é único aqui é o cenário: passeamos sob a claraboia histórica e encontramos facilmente um presente elegante em poucos minutos.
Por que ir: Para compras de última hora com mais bom gosto.
Dica: Se estiver com pressa, foque em 2-3 ideias (cadernos, pôsteres, pequenos objetos): encontra-se rápido.
O Marché d'Anvers é o primeiro mercado alimentar ao ar livre do 9e arrondissement, criado em 2004 ao pé da praça d'Anvers e da avenue de Trudaine. A especialidade é o horário diferenciado — sexta-feira das 15h às 20h30 — pensado para quem trabalha, com cerca de vinte comerciantes exclusivamente alimentares: quatro fruteiras (uma 100% orgânica), três queijeiras, quatro peixarias e um padeiro-confeiteiro. O que é único é esse clima de mercado de bairro vivo no fim da tarde, ideal para compor um belo aperitivo ou jantar com produtos frescos.
Por que ir: Ideal para comprar frutas/legumes, queijo ou uns petiscos enquanto conhece o bairro.
Bom saber: Acontece somente às sextas; algumas bancas fecham antes do horário previsto.
Escondida entre a Rue Royale e o Faubourg Saint-Honoré, esta viela chique tem uma história insuspeita: aqui ficavam os quartéis dos Mosqueteiros de Luís XIII, depois um mercado coberto popular inaugurado em 1746. Renomeada "Cité Berryer" no século XIX, e inteiramente renovada em 1992, hoje abriga boutiques de luxo e galerias de arte em casinhas baixas com vitrines caprichadas -- uma vila dentro da cidade, longe da multidão dos grandes magazines.
Por que ir: Bom se você gosta de flanar em um cantinho elegante, entre duas visitas, sem a multidão dos grandes magazines.
Dica: É mais interessante pela atmosfera e vitrines: conte com uma pausa curta mais do que uma grande sessão de compras.
Fundada em 1761 no 35 rue du Faubourg-Montmartre, À la Mère de Famille é a mais antiga chocolataria-confeitaria de Paris. A decoração de época — boiseries pintadas, frascos de vidro, fachada classificada — mantém-se intacta desde o século XIX. A casa propõe chocolates artesanais, rebuçados antigos (berlingots, nougats, caramelos), massas de fruta e confeitos regionais impossíveis de encontrar noutro lugar. Cada estação traz uma coleção específica — laranjas cristalizadas no Natal, ovos na Páscoa — preparados segundo as receitas históricas da casa. É um dos raros endereços parisienses a reunir a confeitaria tradicional francesa num quadro autêntico do século XVIII.
Por que ir: Pela emoção de um comércio parisiense de 265 anos de existência, e para levar confeitos e chocolates que não existem em mais lugar nenhum sob esta forma.
Dica: A loja histórica do Faubourg-Montmartre está aberta 7 dias sobre 7 (9h30–20h, domingo 10h–19h30). Em época de festas, a afluência pode ser grande — é preferível ir em semana.
Construída em 1846, a Passage Jouffroy (10-12 boulevard Montmartre) é uma das últimas galerias cobertas aquecidas de Paris — a primeira a ter utilizado este processo. A sua longa galeria de 146 metros sob cúpula de vidro alberga uma mistura insólita de comércios: livrarias especializadas (incluindo a Librairie du Passage para livros antigos), comerciantes de brinquedos antigos, lojas de postais, um hotel classificado (Hôtel Chopin, aberto desde 1846) e alguns pequenos cafés. O Musée Grévin é acessível diretamente através da galeria. A atmosfera recolhida, os pavimentos em mosaico e a arquitetura de ferro e vidro conferem-lhe um carácter muito diferente das galerias renovadas com lojas de luxo.
Por que ir: Para uma imersão no Paris do século XIX, uma chuva de detalhes arquitetónicos e comércios improváveis que raramente se encontram noutro lugar.
Dica: Acesso gratuito e livre; as lojas têm os seus próprios horários (a maioria fechada às segundas-feiras). O Musée Grévin adjacente é pago e a reserva é aconselhada.
Aberta em 1799, a Passage des Panoramas (11 boulevard Montmartre) é uma das mais antigas galerias cobertas de Paris e a primeira a ter sido iluminada a gás, em 1817. Com 133 metros de comprimento, acolhe há décadas os comerciantes de selos e postais antigos — uma comunidade filatélica que lhe confere uma cor única. Do lado da restauração, várias mesas reputadas instalaram-se aqui, incluindo endereços bistronomiques apreciados pelos parisienses. A claraboia original, as lojas em madeira pintada e os pavimentos em xadrez criam uma atmosfera do início do século XIX notavelmente preservada.
Por que ir: Por uma das galerias mais autênticas de Paris, a sua singular atmosfera filatélica e as suas boas mesas de bairro — uma alternativa à azáfama dos grandes bulevares.
Dica: A galeria abre cedo de manhã (a partir das 6h) e fecha à meia-noite, 7 dias por semana. Os comerciantes de selos estão sobretudo presentes durante o dia de terça a sábado.
Instituição da moda pointuda desde 1980, o Leclaireur na 10 rue Boissy d'Anglas (8e) é um concept store onde arte, design e moda se misturam em um cenário assinado por Fornasetti. Encontra-se Jil Sander, Dries Van Noten, The Row, Maison Margiela — uma seleção exigente de estilistas, apresentada como uma galeria. O espaço inclui também a maior coleção de objetos e mobiliário Fornasetti, e um serviço sob medida para apreciadores de peças raras.
Por que ir: Perfeito se gosta de moda pointuda e peças "statement", em um lugar muito inspirador.
Dica: É uma seleção premium: vá para descobrir e experimentar, mesmo sem buscar algo "básico".
Inaugurado em 2015 na 1 rue Saint-Fiacre, o Appartement Sézane foi concebido como um verdadeiro apartamento parisiense: passeia-se entre moda, acessórios e objetos lifestyle em uma decoração cuidada que muda a cada coleção. No subsolo, um pequeno cinema intimista exibe os filmes da marca e clássicos em parceria com a MK2. Ao lado, a Conciergerie cuida de ajustes, retiradas e devoluções — tudo é pensado para que o shopping se torne uma experiência.
Por que ir: Ótimo se gosta de flanar e experimentar com calma, mais que um shopping "correria".
Dica: Os best-sellers acabam rápido: se visa uma peça específica, vá no início do dia.
Fundada em 2000 na 173 rue Saint-Honoré, esta maison parisiense fabrica à mão suas cerâmicas em argila preta recobertas de esmalte branco, cada peça sendo voluntariamente imperfeita — é isso que faz seu charme. Respire a atmosfera única desta boutique histórica (o local existe desde 1788), onde também se encontram velas perfumadas inspiradas em viagens imaginárias e papelaria refinada. O que é único aqui é que cada prato, cada xícara conta uma história: as formas se inspiram em serviços antigos garimpados em brechós.
Por que ir: Souvenir premium e decoração em Paris.
Dica: É um lugar onde se gosta de tomar tempo: reserve alguns minutos para flanar.
O Marché couvert Saint-Quentin, na 85 bis boulevard Magenta, é o maior mercado coberto de Paris com seus 35 comerciantes sob um espetacular pavilhão de ferro e vidro estilo Baltard, construído em 1866. Prove os stands de queijeiros, peixeiros, açougueiros e traiteurs que oferecem uma verdadeira volta ao mundo culinária — marroquino, libanês, italiano, brasileiro — sob arcos de aço graciosos banhados de luz natural. O que é único é a arquitetura Segundo Império que vale a visita por si só: tijolo, madeira, ferro fundido e claraboia, um cenário autenticamente parisiense.
Por que ir: Ideal para fazer compras (café da manhã, piquenique, produtos para levar) e provar nos stands.
Bom saber: De manhã é mais agradável; ao fim do dia, a variedade pode ser menor.
O Nose é o concept store olfativo do bairro Montorgueil que revolucionou a forma de escolher um perfume. A especialidade aqui é o diagnóstico olfativo: em cinco perguntas e trinta minutos, um algoritmo combinado com os conselhos de um especialista orienta você entre mais de 500 fragrâncias de 50 maisons de nicho. O que é único é que você sai realmente com um perfume que combina com você, não um best-seller imposto — e pode voltar para refinar seu perfil ao longo do tempo.
Por que ir: Perfeito se você gosta de perfumes singulares (e não necessariamente best-sellers).
Bom saber: Vá sem perfume na pele, se possível: fica mais simples para testar adequadamente.
Fechada por dezesseis anos, reaberta em 2021 após 750 milhões de euros de obras bancadas pela LVMH, La Samaritaine mescla duas épocas arquitetônicas espetaculares: a estrutura Art Nouveau de Frantz Jourdain (claraboias, metal) e o toque Art Déco de Henri Sauvage (mosaicos, afrescos com pavões), tudo complementado pela ondulante fachada de vidro contemporânea assinada SANAA. Além do shopping de luxo, o prédio em si vale a visita.
Por que ir: Ideal para um shopping "prazer" em um lugar icônico, entre luxo, criadores e art de vivre.
Dica: Combina muito bem com o Louvre e os cais do Sena; mesmo sem comprar, o prédio vale a visita.
Filter recommendations, save favorites, and explore the neighborhood on a map.

As melhores opções para comer, beber, tomar chá e sair à noite perto do Hôtel R de Paris (Paris 9).

Itinerários a pé, de bicicleta e de corrida a partir do Hôtel R de Paris: passeios de bairro, percursos desportivos e circuitos pela cidade.

Escape rooms, VR, workshops, desporto, spas e cinemas: as nossas atividades preferidas perto do Hôtel R de Paris.

Teatros, cabarés, concertos e stand-up: as nossas melhores noites em Paris perto do Hôtel R de Paris.